O nascer de uma nova era: Como o CAN 2025 se tornou uma das mais marcantes da história

O nascer de uma nova era: Como a CAN 2025 se tornou uma das mais marcantes da história
O torneio em Marrocos vai ficar na memória durante muito tempo: ofereceu duelos de alto nível e mostrou que o futebol africano atingiu uma maturidade táctica e está alinhado com as tendências do futebol mundial. O balanço da Taça das Nações Africanas 2025 é apresentado pelo melhor site de apostas desportivas, 1xBet.
Os golos estão de volta
A presente edição tornou-se a mais produtiva desde 2012: em três semanas, as equipas marcaram 121 golos no total, o que dá uma média de 2,33 golos por jogo.
As fases finais podiam ter elevado ainda mais esse número, mas, a partir das meias-finais, o jogo tornou-se mais cauteloso: apenas dois golos em quatro partidas. O preço do erro era demasiado alto e a pressão da responsabilidade acabou por pesar. Ainda assim, a frieza dos números não muda o essencial: este torneio ofereceu muitos golos marcantes e verdadeiramente bonitos. Basta recordar os impressionantes remates acrobáticos de Ayoub El Kaabi nos jogos frente à Zâmbia e às Comores.
As maiores estrelas do torneio confirmaram a sua classe
A lista dos melhores marcadores da CAN 2025 reúne estrelas actuais e até verdadeiras lendas do futebol africano. Mohamed Salah e Victor Osimhen marcaram quatro golos cada, enquanto Riyad Mahrez, Ademola Lookman e Amad Diallo apontaram três golos ao longo do torneio.
Vale também destacar mais três jogadores que receberam prémios individuais no final da competição. Em primeiro lugar, o melhor guarda-redes, Yassine Bounou: apenas dois golos sofridos em sete jogos, um registo excelente. Em segundo, o melhor marcador, Brahim Díaz, com cinco golos. É verdade que falhou um penálti num momento decisivo da final, mas antes disso realizou um torneio brilhante.
O prémio de MVP da Taça das Nações Africanas foi para o lendário Sadio Mané. Dois golos e duas assistências mostram a sua influência no jogo da selecção do Senegal, mas não refletem totalmente o impacto do antigo jogador do Liverpool. Mais importante do que os números foi a sua entrega: Mané deu tudo pela vitória e, pela segunda vez nas últimas três edições, conduziu os ‘leões de teranga’ ao triunfo. Na meia-final, o seu golo garantiu a vitória frente ao Egito. E, num momento decisivo da final, Sadio foi a voz da razão, convencendo os colegas a continuar a lutar depois de duas decisões polémicas da arbitragem. Essas decisões provocaram forte reacção na equipa técnica e nos adeptos do Senegal.
Poucas surpresas — sinal do crescimento do torneio
Vários jornalistas consideraram o lote de selecções apuradas para os quartos de final da Taça das Nações Africanas como um dos mais fortes da história da competição. Cada uma das equipas, com excepção do Mali, participou pelo menos três vezes nas fases finais dos Campeonatos do Mundo. Isto reflete o estatuto do torneio, com todos os favoritos em excelente forma.
O outro lado dessa realidade foi a escassez de grandes surpresas. Houve, sim, episódios inesperados: a reviravolta do Burkina Faso, com golos contra a Guiné Equatorial aos 95 e 98 minutos, bem como o percurso da selecção da Tanzânia, que conseguiu chegar à fase a eliminar com apenas dois pontos. Mas, desta vez, não houve surpresas de grande dimensão, como a vitória da Zâmbia em 2012 ou, pelo menos, a presença do Burkina Faso nas meias-finais em 2022.
Ainda assim, os adeptos puderam ver que os melhores entre os melhores lutaram até ao fim, e desde os quartos de final já não se viu superioridade clara de nenhuma das equipas. O torneio mostrou que o futebol africano percorreu um caminho enorme no seu desenvolvimento e hoje apresenta um produto único e competitivo a nível mundial. Pode acompanhar os jogos das selecções africanas em todos os torneios com o melhor site de apostas desportivas, 1xBet.



